Meu caminho é uma estrada deserta
uma certeza incerta
mas ainda insisto em seguir em frente
atrás, não vejo nada mais
do que assuntos pendentes
Sangrenta rosa vermelhauma rosa em fúria que ameaça florir
é o bicho-papão que te perturba ao dormir
é a sanidade que insiste em ir
Ainda não se sabe dos mistérios da menteo labirinto cheio de compartimentos e correntes
É a porta que se abreo que há atrás dela ninguém sabe
o alternativo, o incomum, o oculto
a mente nublada de alguém escondido no muro
É a perversidade humanaum leão na savana
que loucura brincar com os segredos da mente
Tudo perdeu o sentidosenti a fúria da rosa
sem definir meu indefinido
sou eu novamente na minha realidade assombrosa.